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O importante é que o primeiro volume de Os Invisíveis de Grant Morrison está nas livrarias pela Pixel Editora e que eu fui o felizardo tradutor. Primeiro, o André (Forastieri) já havia me convidado uns dois anos atrás. Depois (em março de 2008), o Cassius Medauar, editor da Pixel, me chamou e confirmou o convite do Forasta.
Invisíveis é uma história em quadrinhos que eu gostaria de ter escrito. Mas, pelo menos, traduzi!
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Atrasadinho, mas chegou. Agora é levar a idéia da MOJO para diretores de marketing e mídias de agências. O público já entendeu do que se trata: são mais de 40 mil mojers e quase 100 produtos publicados.
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Aqui, um resumão em video de pelo menos metade do meu tempo na Tribal cuidando de Mercedes-Benz/Daimler-Chrysler, Philips e outros jobzitos.
Em 2006 fui convidado por Bruno D’Angelo, diretor de arte e novas mídias da Abril para um projeto ousado: contar a história da imigração japonesa ao Brasil. Dali dois anos, seria comemorado o Centenário da chegada dos imigrantes no Kasato Maru. O desafio do Bruno para mim era escrever um roteiro para quadrinhos, ficção histórica, uma homenagem humilde de dois descendenrtes de imigrantes – embora italianos – a uma das culturas que mais nos influenciou como criadores.
O primeiro passo era encontrar a história e criar o modelo do livro, onde decidimos contar duas histórias: a do imigrante e a de um jovem negro brasileiro, fazendo um paralelo entre as imigraçoes voluntárias e involuntárias (movimento escravagista). Como no Japão a leitura é da direita para a esquerda, uma solução inédita apareceu: vamos contar duas histórias, cada uma começando em uma das capas do livro, e se encontrando no final… ou melhor, no centro do livro.
No decorrer da pesquisa, liguei fatos da guerra russo-japonesa do começo do século, da Reforma Meiji, que desbancou a classe samurai da elite e tantas outras coisas, como o fato de o navio Kasato Maru ter sido construido na Inglaterra, comissionado para a Rússia e capturado pelo exército japonês durante a guerra
A Fazenda Dumont, uma das que recebeu imigrantes japoneses, tinha um passado brilhante, fundada pelo pai do Pai da Aviação, Santo Dumont. O cenário da Abolição da Escravatura e a verdade de que nada havia mudado para os negros efetivamente, me levou a mostrar em paralelo as dificuldades desses dois personagens. O projeto foi endossado pela Fundação Japão e pelo Bunkyo (órgão que organizou as comemorações oficiais do Centenário) em 2007.
Na semana das comemorações no Anhembi, fomos chamados para dar duas palestras e ali recebemos um grande presente: além de ser distribuído no Japão, agora a JBC – a editora que escolhemos – lançará também uma edição exclusiva para o mercado japonês
“O catador de batatas e o filho da costureira” será lançado na Bienal de São Paulo de 2008.
Vejam a primeira página dupla da história – a imagem de divulgação do livro. E o primeiro esboço da capa.
